Poemas de John Donne
Translated by Jonny Kahleyn Dieb

Este e' um projeto novo. Adicionarei mais poemas em breve.

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Soneto Sacro numero 10 de John Donne (Portuguese)
Traduzido ao Portugues por Jonny Kahleyn  Dieb (juhannusproductions.com)

Morte não te orgulhes, embora te hão chamado
Poderosa e apavorosa: o que não eres tu;
Porque os que pensas ter derrubado,
Não morrem, oh morte, e nunca poderias tu matar a mim.
Eres na verdade o retrato de denscanso e sono
E o prazer não é tão pouco teu.
Dos nossos os mais puros contigo vão primeiro
Para descansar seus ossos e entregar suas almas.
Tu eres escrava do destino, do acaso, de reis e homens desesperados;
Mas o veneno, a guerra e a doença também nos fazem dormir,
É até melhor que fazes tu; por que então te orgulhas?
Depois do cochilo, acordaremos eternamente,
E a morte nada mais será; morte, tu morrerás.

Traduzido ao Portugues por Jonny Kahleyn Dieb

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Holy Sonnet X: Death Be Not Proud

by John Donne

Death be not proud, though some have called thee
Mighty and dreadfull, for, thou art not soe,
For, those, whom thou think'st, thou dost overthrow,
Die not, poore death, nor yet canst thou kill mee.
From rest and sleepe, which but thy pictures bee,
Much pleasure, then from thee, much more must flow,
And soonest our best men with thee doe goe,
Rest of their bones, and soules deliverie.
Thou art slave to Fate, Chance, kings, and desperate men,
And dost with poyson, warre, and sicknesse dwell,
And poppie, or charmes can make us sleepe as well,
And better then thy stroake; why swell'st thou then?
One short sleepe past, wee wake eternally,
And death shall be no more; death, thou shalt die.

 

 

 

 

 


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The Token by John Donne (Video)

1812 Overture by Pyotr Ilyich Tchaikovsky - Skidmore College Orchestra
Photography and narration by Jonny Kahleyn Dieb


Photography by Jonny Kahleyn Dieb


O Agrado

de John Donne

Traduzido ao Portugues por Jonny Kahleyn Dieb (juhannusproductions.com)

Envie-me uns agrados, para dar vida a minha esperança
E que meus pensamentos atormentados durmam e descancem;
Envie-me um pouco de mel, para adocar minha colméia,
Para que em minhas paixões eu possa ter esperanca.
Eu nao requiro nenhum adorno feito pelas tuas propias mãos,
A tricotar nossos amores n’uma teia fantástica
De juventude redescoberta, nem um anel para dar satisfacao
Do nosso afeto, que, como é redondo e liso,
Assim, devem ser nossos amores na simplicidade;
Não, nem os corais, agarrrados ao teu pulso,
Atados juntos em congruência,
Para demonstrar a harmonia dos nossos pensamentos;
Não, nem o teu retrato, embora tao gracioso,
E tao desejado, porque e’ de todos o melhor
Nem prosas, que são tao abundantes,
Nas escrituras que tens comunicado.
Envie-me nem isso nem aquilo, para dar-me mais vantagem,
Mas juras que tu pensas que eu te amo, e nada mais.

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The Token

by John Donne

Send me some tokens, that my hope may live
Or that my easeless thoughts may sleep and rest ;
Send me some honey, to make sweet my hive,
That in my passions I may hope the best.
I beg nor ribbon wrought with thine own hands,
To knit our loves in the fantastic strain
Of new-touch'd youth ; nor ring to show the stands
Of our affection, that, as that's round and plain,
So should our loves meet in simplicity;
No, nor the corals, which thy wrist enfold,
Laced up together in congruity,
To show our thoughts should rest in the same hold ;
No, nor thy picture, though most gracious,
And most desired, 'cause 'tis like the best
Nor witty lines, which are most copious,
Within the writings which thou hast address'd.
Send me nor this nor that, to increase my score,
But swear thou think'st I love thee, and no more.